quarta-feira, dezembro 06, 2006

O "caso" do telefonema anônimo

Aquele ano que passei inteiro na em Salvador - foi um ano em que aconteceram coisas ou ‘casos’ inesquecíveis.

Como aquele da campanha política. Duda estava fazendo a campanha para governador e senador dos candidatos da oposição. Mas, ao mesmo tempo, coisas da vida, meteu-se a fazer a campanha do candidato ao senado pelo partido da situação. Tudo foi correndo bem até que um belo dia calhou de haver uma visita dos dois candidatos com a diferença de poucas horas. Bom! Dá pra imaginar o corre-corre que foi. O ‘tira o retrato do homem, põe o do outro’ que se sucedeu. No fim, entre mortos e feridos salvaram-se todos, mas... ufff!!!

Tem também o caso da origem do nome DM9. Uma ocasião estava eu a conversar com Duda e perguntei o porque do nome. Seriam nove pessoas na época da abertura? Nove sócios? Ou talvez nove fosse o dia, ou mesmo o mês da inauguração da agência? O certo é que nada disso estava certo. O nome DM9 veio simplesmente de uma inversão da letra ‘d’ minúscula e a necessidade de alguma coisa além do DM, que são as iniciais de Duda Mendonça.

Agora, o melhor mesmo foi o dia em que Duda entrou na agência pagando esporro em todo mundo por uma simples razão: ligou da rua, disfarçou a voz e não conseguiu falar com ele mesmo. Não conseguiu sequer chegar perto, tal a quantidade de perguntas e questionamentos.

Depois ele contou pra gente que fez isso porque um cliente havia reclamado de uma situação semelhante.

Não são uns casos porretas? Saravá!

Um comentário:

redatozim disse...

A gente fez isso com a Odebrecht. Uma pessoa da agência foi até o stand pra ver se as informações estavam sendo bem passadas e o parceiro responsável pelas vendas acabou sendo trocado por causa do mau atendimento.