quinta-feira, fevereiro 15, 2007

Epílogo ao “caso” do passepartout

“O caso” do passepartourt, foi publicado neste blog em 27 de dezembro passado. Meu amigo Saulo Silveira - hoje em Portugal – que aliás, é um dos personagens da históra, passou um e-mail lembrando um detalhe que, por ter esquecido, achei valer um epílogo.

(...)
Com todo aquele bate-boca causado pelo mal entendido, a situação ficou cada vez mais confusa. Artur Denegri, com os nervos à flor da pele, virou-se para o Vic e gritou com o nariz quase encostando ao seu rosto, os olhos esbugalhados, os punhos cerrados:

- Vic, eu dou uma porrada... vou dar porrada !!!

E o Vic, engolindo em seco respondia:

- Artur Denegri... Artur Denegri, se você encostar a mão em mim... eu lhe processo, entende... eu lhe processo.

No final das contas, entre mortos e feridos, salvaram-se todos.

10 comentários:

isabella disse...

Ja tonha adorado i caso do passpartout. acho engtaçado porque a gente que nao e'surdo confunadiria, imagina uma pessoa que é?

Jonga Olivieri disse...

E eu juro que não sei como esquecera este final, porque ficou famoso, realmente, aqui entre nós é muito engraçado.
Até porque, no Brasil, na década de 1970, ninguém tinha o hábito de processar por agressão física.
E era capaz do juís rir do coitado que fosse mover uma ação desse tipo.

jr disse...

Carambolas, o tal de Victor sei lá, é muito estranho. porque todos os casos com ele são engrassados pra dedéu.

Jonga Olivieri disse...

JR, quem é você?
Pensava que era um determinado João que havia trabalhado com o Vic. mas, pelo jeito é outra pessoa.
É, estou cheio de amigos ocultos em meus blogs.
Mas, então respondenos à sua msg, o Victor Kirowsky é realmente uma pessoa engraçada.
Anda igual ao "Mensier Hulot", aquele personagem, hoje claássico do jacques tati, e é um sujeitinho griladérrimo.
Se você olhar para ele meio estranho ele já fica grilado e vem conversar (sério) com você, e indagar o prorqu daquele olhar.
Só conhecndo para conferir.
Mas é um personagewm para tiras de quadrinhos.

isabella disse...

Ué, Olivieri, o JR também?
Pensei que soubesse quem ele 'e.

Jonga Olivieri disse...

Procê ver Bel...
Mas, pelo menos é um cara trat'vel.
Isso é importante.

PC disse...

Esse final engrandeceu o caso, hahahahhahhaha.

É verdade, antes podia até se matar em defesa da honra (Doca Street), quanto mais mover uma ação por agressão física.

Bom Jonga, amanhã eu devo viajar para curtir o carnaval, por isso lhe desejo antecipadamente um ótimo feriado.

Jonga Olivieri disse...

Também acho. Os louvores devem ir para o meu bom amigo Saulo Silveira.
Se quiser conhecer o trabalho dele, entre em:
http://www.saulo-silveira.com/
Você vai ver o artista que ele é.
Vale a pena.
Boa viagem e bom feriado pra você também.

Edson Marques disse...

Jonga,

quero te apresentar o "caso" Leo Burnett.



Se você não encontrar razões para ser livre, invente-as.



Sou editor do blog literário MUDE e autor do texto utilizado pelo Leo Burnett no comercial da Fiat, sem minha autorização. Uma grave violação à Lei dos Direitos Autorais do Brasil. O vídeo do comercial pode ser visto no blog acima, ou em http://desafiat.weblogger.com.br.

Meu poema (cuja autoria a Leo Burnett ainda se recusa a reconhecer) tem o devido registro na Biblioteca Nacional e já foi publicado em livro, pela Pandabooks, com prefácio de Antonio Abujamra, além de ter sido interpretado por Simone Spoladore no CD Filtro Solar, do Pedro Bial.

Já houve sentença judicial favorável a mim, contra a Leo Burnett.

Você poderia comentar algo a respeito?

Jonga Olivieri disse...

Meu caro Edson,

Vou ver o caso no seu blog.

Qaunto a comentar neste blog, a intensão dele não é essa, e sim de contar casos "engraçados", leves.

Mas tenho o Pensatas. Lá, quem sabe... mas deixa eu me inteirar melhor de todo o caso.