quinta-feira, fevereiro 08, 2007

O "caso" do taxista por acaso

Um dia ao sair da agência, Lula Vieira pegou um táxi. Um fusquinha.

No meio do caminho para casa, o motorista passou mal e teve que parar o carro.
Imediatamente, o Lula trocou de lugar com ele e dirigindo o veículo adentrou a emergência do Hospital Miguel Couto.

No dia seguinte, o comentário na agência, era o que poderia ter pensado algum desavisado deste nosso mercado ao ver o Lula dirigindo um táxi altas horas da madrugada?

Certamente que a então nascente VS Escala, não andaria nada bem das pernas, e que o sócio e diretor de criação estava sendo obrigado a fazer alguns "biquinhos" nas horas vagas.

8 comentários:

Redatozim disse...

Genial essa. Uma corrida de táxi com o Lula deveria ser sensacional. Além da corrida, tem que pagar couvert.

Jonga Olivieri disse...

Realmente deve ter sido uma cena memorável. Até porque o nosso amigo Lula, na época pesava uns quarenta quilos a mais do que o atual.

isabella disse...

Caramba, o Lula hoje está na moda. Deve estar com a orelha quente. Rssss.

Jonga Olivieri disse...

Ele merece...
O Lula é um dos maiores contadores de "causos" que eu conheço.
Claro que existem outros brilhantes contadores, maa, sei lá, me acostumei a ouvir os casos dele.
E, sempre morri de rir.

jr disse...

Imagino que deva ter sido uma cena realmente muito engraçada. Um sujeito gordíssimo dirigindo um táxi fusca no qual ele mal cabia. Hilário.

Jonga Olivieri disse...

E foi contada a mim por ele mesmo.
Morri de rir, até porque o Lula tem um puta dum jeito para narrar qualquer coisa.
Aliás, ele tem uma lábia que vende qualquer coisa.
Me contaram que uma ocasião, numa concorrência da JMM em Buenos Aires, a agência não foi avisada que teria que levar o cnceito de uma campanha.
Era para a Aerolineas Argentinas, ele, de improviso criou um conceito, em cima do Exupéry.
O resultado foi que ganharam a conta.

amigo oculto disse...

Bom caso este. Tí gostei.

Jonga Olivieri disse...

A minha mãe sempre falou que a melhor resposta é o silêncio.
Tenho que concordar com ela, pois!