sexta-feira, fevereiro 01, 2008

O “caso” da réplica

Durante muitos anos tive um Dodge Polara, o popular Doginho. Comprei ele em 1981. Uma pechincha. Carrinho de madame –ainda por cima conhecida–, dois anos de uso, três mil quilômetros rodados, branquinho. Uma graça pra ninguém botar defeito. Além do mais, tinha ar condicionado, coisa rara na época. Era pegar ou largar. Peguei. E como o danadinho era bom, fui ficando com ele. Aliás, o veículo me acompanhou a Salvador e a Belo Horizonte.

Quando voltei ao Rio em 1988, deu vontade de trocar por um mais novo, apesar de que o bicho não dava oficina nem outros tipos de dor de cabeça. Mas, senti que era hora de mudar. Todavia, estava valendo muito pouco. Desisti. Achei que fazendo uma lanternagem, teria um carro novo, de novo. E tive. O Doginho parecia um carro “zero”. Assim fui ficando com ele até que me mudei pra Portugal em 1990, ocasião em que o vendi para o motorista da minha tia, que ficou feliz da vida com a compra por uma bagatela, de nem me lembro quanto, mas era o seu valor na época.

Porém, o fato que me marcou com o Doginho, foi uma reunião na VS em que alguém tocou no assunto e disse:

- O Jonga tem um Dodge Polara novinho em folha.

O Paulinho Costa, que estava na reunião, virou-se para o dito cujo e retrucou:

- O do Jonga não vale... aquilo é uma réplica!

5 comentários:

Anônimo disse...

Ainda bem que você avisou que postou mais esta, pois tens escrito pouco neste blogue.
Me lembro bem do Polara brnaco. Carrinho inteiro e bravo. Mas a piada é muito boa. Ha! Ha!
Otávio

Jonga Olivieri disse...

É, realemnte tenho escrito pouco neste blog. Mas segue mais esta.
Quanto ao Polara velho de guerra, é isso mesmo. Tenho saudades daquele carrinho valente. E a pida do paulinho foi muito boa... hehehe

jr disse...

Também tive um Dodginho. Um carro excelente. Fiquei satisfeito de ver mais um Causo publicado após um bom tempo sem eles. Tomara que voltam com força este ano.

Jonga Olivieri disse...

Bom, caso mesmo com o título de "caso" tem algum tempo, mas no mês de janeiro postei um sobre Minas e os mineiros.
Mas, serão menos mesmo. Até porque tenho alguns publicados e vai ficando difícil lembrar tantos mais. De vez em quando algum dos neurônios que sobraram pesca algum lá... no fundo do baú.

maria bonita disse...

Gostei demais do caso. Até porque meu pai teve um Dodge Polara e embora fosse pequena eu me lembro do carrinho.