quarta-feira, dezembro 24, 2008

Espírito de Natal

O Ney Azambuja era um dupla curioso. Com ele faturei (ou melhor, faturamos) muitos prêmios. E com ele me diverti às pamparras. O Ney estava sempre a aprontar. E sua principal vítima era o Victor Kirowsky. Já até contei aqui que ele entupia os cachimbos do dito cujo com cola de borracha, e estava sempre a elaborar a próxima pegadinha para pegar o gringo.

Mas o Ney, quando chegava o fim do mês de novembro, virava pra mim e dizia com um ar sonolento: “Cara, baixou o espírito de Natal”. E daí em diante era um verdadeiro deusnosacuda. Os jobs se acumulavam na mesa. Os contatos ficavam doidos. “Cadê o Ney?”... “O prazo está estourado!”. E por aí adiante. Mas no final, entre mortos e feridos conseguíamos entregar tudo. A duras penas, claro!

Bom, é isso aí. Um bom Natal para todos. E não se esqueçam: o espírito natalino é muito importante. Aproveitem!

22 comentários:

Anônimo disse...

Ney Azambuja foi e é até hoje muito doidaço.
Cantídio Tarsitano

Jonga Olivieri disse...

Sim, Cantídio. Eu mesmo contei vários casos dele como o do táxi que não era táxi (postado em 08 de setembro de 2006).
Pode conferir. Ssimplesmente uma doidera.

amélia disse...

O Ney não sabe quem eu sou, mas eu sei quem ele é, e do que é capaz.
E tem mais, não é nenhum santinho. Muito pelo contrário. É so perguntar à...
Bom, deixa isso pra lá.

Jonga Olivieri disse...

Mas isto é grave, Amélia.
Só postei este seu comentário porque você tem sido assídua neste blogue.
Ademais, temos o direito de pensar o que queremos dos outros.
E o Ney, tem muita gente que fala dele, até por causa das armações que sempre fez.
Mas eu o defendo. Na minha opinião tudo o que fez (ou faz) é por pura gozação.

Anônimo disse...

Ah este espirito de natal! Derruba qualquer um!

Anonymous
New York

Jonga Olivieri disse...

Sim é uma parada mesmo.
Hoje, trabalho em casa (SoHo) e não sinto tanto, pelo contrário, até gosto quando vem trabalho porque ocupa o tempo, e, em absoluto chega a atrapalhar os festejos.
Mas, lembro-me como à época em que trabalhava fora a coisa era séria. Dava uma lombeira e uma vontade de não fazer nada... nadinha.
Concluo que trabalhar fora é totalmente antinatural. hehehe!

Selma Trigueiros disse...

A cada instante descubro um blogue novo de sua autoria.
Este caso é engraçado, embora não conheça ninguém, quero deixar aqui o meu comentário.
Selma

jr disse...

O Ney tem fama!

Jonga Olivieri disse...

Seja bem vinda, Selma...

Jonga Olivieri disse...

Parece que sim...

anita disse...

Esnobou muita gente pelo meio do caminho. Mas um dia a casa cai.

Jonga Olivieri disse...

Será que tem alguém que fale bem dele?

leonardo disse...

Tem gente que fala bem. Tem gente que fala mal. Colé a do Ney, hein?
Sei não, nunca trabalhei com ele. Só ouço falar. Essa do esp´rito de Natal é muito boa. A do táxi melhor ainda. O sujeito é (ou pelo menos era) divertido.

jr disse...

Essa gente exagera. Quero aqui defender o Ney. Ele é gente fina.

Jonga Olivieri disse...

Olha leonardo, era divertido trabalhar com o Ney. E cada dia era uma surpresa!

Jonga Olivieri disse...

Até que enfim alguém falando bem do Ney D'Azambuja Ramos!
Aliás, ele e o Nilton Ramalho foram testemunhas do nascimento do meu filho.
Acontece que no dia que fui no cartório para registrar a certidão, precisava de duas testemunhas.
E peguei os dois que foram comigo até lá.

Anônimo disse...

Ney não é flor que se cheire. Se lembra que você apelidou ele de Azamba, aquele personagem do Chico Anysio? Pois é, Azamba o mau caráter.
Ernani

redatozim disse...

Agora entendi o comentário no pastelzinho melhor, Oliva.

Jonga Olivieri disse...

Mas juro que sempre falei isso por causa das brincadeiras do Ney. Algumas, tá certo, até de gosto um tanto quanto exagerados, mas...

Jonga Olivieri disse...

É porque ainda não havia lido essa...

Ney Azambuja disse...

Grande Jonga, amigão de tantos - e ótimo anos, quando a propaganda era muito mais divertida e nós muto mais felizes.
Belo Blog. Histórias deliciosas.
Agora falando sério:
Amélia: se você sabe quem eu sou e do que eu sou capaz não deixe no ar. Diga. É só perguntar a quem? Dê nome aos bois.
Anita: eu esnobei muita gente pelo caminho? Quem me conhece sabe que é o tipo de atitude que não combina comigo. Pode ser que vocês saibam de coisas que eu mesmo não sei. Em todo caso não há nada que não possa ser esclarecido, caso vocês queiram conversar a respeito. São acusações que eu não gostaria de deixar sem resposta.
Abs
Ney

Jonga Olivieri disse...

Grande Ney D'Azamguja Ramos... Sei o seu nome todo. Até porque, não sei se você se lembra, mas você e o Nilton Ramalho foram testemunhas da Ceridão de Nascimento do Gustavo, meu filho, 34 anos atrás.
Quanto tempo! Sim, precisamos nos encontrar. Vamos marcar pelo FaceBook.
Aliás, neste blogue teem vários "casos" seus e muitos da L&M.
Anita comenta há muito tempo neste blogue. Mas sabe que eu nem sei quem é porque ela dá seus "pitacos" como anônima. Ou será que é anônimo?
Nunca se sabe!