terça-feira, fevereiro 01, 2011

O "caso" do banco insentável

Um caso bastante engraçado que aconteceu lá pelo início dos anos 1980 com o Luiz Favilla, redator e meu ex dupla de criação.

Um belo dia, um amigo de uma produtora, ligou pra ele porque precisava de um pequeno favor. Como tinha acabado de comprar um Escort --carro bastante na moda--, se ele poderia transportar uma modelo para a filmagem de um comercial.

A princípio, Favilla, recém separado, achou uma boa ideia. Quem sabe seria uma garota bonita, um novo affair.
Mas o susto maior foi quando soube quem era a dita cuja... Nada mais, nada menos que a Bruna Lombardi. Já imaginou a Bruna há quase trinta anos atrás? Bem, até hoje ela está inteira, mas naquele tempo, era bem melhor...

A tarefa transformou-se num acontecimento de inolvidável importância, imagina, só!
No entanto o mais engraçado mesmo foi depois da sentada da modelo. Durante um bom tempo, talvez semanas, ninguem sentava naquele banco.
Favilla preferia ser confundido com um “motorista de madame”, e transportar as pessoas no banco de trás. Mas naquele, nã nã ni nã nãããooo!

8 comentários:

Anônimo disse...

Eu tambem nao deixaria.

Anonymous
New York

Jonga Olivieri disse...

E quem o faria, amigo!?

Oliv-washington disse...

Gostei da atitude do seu parceiro.
Uma bunda qualquer não pode tirar o perfuminho da Bruna Lombardi. Dou toda razão a ele.

Jonga Olivieri disse...

O quê é isso? Um clone, um dublê ou uma nova versõa de Washington Olivetto?
Bom, no final das contas deve ser um pseudônimo...
Mas também concordo cocê quanto à atitude que adotou.

Anita disse...

KKKKKKKKKKKKKK!
Esta é boa. Quanto vale um rabo famoso!

Jonga Olivieri disse...

E como!

professor texto disse...

A bem da verdade, eu, réu, confesso: é vero o causo. Com pequenas e bobas correções: 1- o carro era um passat surf; 2 - yonga esqueceu de dizer que sempre mantive uma caixa de lenços dentro do carro para... eventualidades. Pois bem. Era verão, a gravação atrasou, o calor aumentou. E ofereci meus lencinhos para a musa. Ela aceitou e gastou a caixa toda. Após a filmagem, levei os lencinhos usados por ela para agência. Não direi quem, mas teve gente que até quis comprar o fetiche. Guardei "um" especialmente pra mim e deixei os outros na criação para quem quisesse de lembrança. Não sobrou nenhum pra contar a história. =)
LF

Jonga Olivieri disse...

É, tô ficando véio e as coisas escapam... Eu que ando atrás de casos e que de vez em quando algum neurônio sobrevivente ainda se manifesta e faz-me lembrar de algum...
Confundi o carro e não me lembro da caixa de lencinhos. Devo tê-los cobiçado, sem dúvida. Mas... esqueci!
Mas acho que o resto confere, você personagem principal da história. Quer dizer: principal como? principla foi aquela bundinha feminina que enfeitiçou aquele banco!!!