segunda-feira, setembro 24, 2012

Le Brésil de Jorge Amado na França

Antônio Torres enviou-me a texto abaixo sobre importante acontecimento cultural:



UNIVERSITE RENNES 2

COLOQUIO INTERNACIONAL ERIMIT (E.A. 4327)

em homenagem ao centenário de nascimento de Jorge Amado (1912-2012)



O Brasil de Jorge Amado:

perspectivas interculturais


ERIMIT - Equipe de Recherches Interlangues « Mémoires, Identités, Territoires »/Université Rennes 2/França
Departamento de Letras e Artes/Programa de Pós-graduação em Literatura e Diversidade Cultural/Universidade Estadual de Feira de Santana-Bahia
Fundação Casa de Jorge Amado-Bahia

11, 12 e 13 de outubro de 2012
Rennes, Université Rennes 2-França


A equipe de pesquisa ERIMIT (Equipe de Recherches Interlangues “Mémoires, Identités, Territoires”) da Université Rennes 2 – França, em parceria com o Programa de  Pós-Graduação em Literatura e Diversidade Cultural da Universidade Estadual de Feira de Santana-Bahia e com a Fundação Casa de Jorge Amado propõe a realização, nos dias 11, 12 e 13 de outubro de 2012, de um colóquio internacional em homenagem ao centenário de nascimento de Jorge Amado.

De todos os escritores brasileiros, o baiano Jorge Amado é seguramente aquele que mais “exportou” imagens do Brasil. A proposta de explorar a dimensão internacional de sua obra e o diálogo intercultural que ela promove justifica-se plenamente. Traduzido em dezenas de línguas, Amado pode ser considerado uma espécie de “embaixador” da cultura brasileira, não somente pela circulação abrangente de sua obra, mas pelas suas múltiplas “navegações” pessoais que lhe permitiram desenvolver laços de amizades com grandes intelectuais e artistas de sua época. Talvez seja, por isso mesmo, o mais internacional dos escritores brasileiros.

Um dos eixos do Colóquio privilegiará as relações interculturais que a obra amadiana inaugura com espaços culturais estrangeiros. O questionamento sobre a experiência do Outro –neste caso, o imaginário social sobre o Brasil – através da obra de Jorge Amado será complementado por um balanço sobre a produção e o legado desse escritor.

Pour information et diffusion
UNIVERSITE RENNES 2
COLLOQUE INTERNATIONAL ERIMIT (E.A. 4327)
en hommage au centenaire de la naissance de Jorge Amado (1912-2012) 
Le Brésil de Jorge Amado:
perspectives interculturelles

ERIMIT - Equipe de Recherches Interlangues « Mémoires, Identités, Territoires »/Université Rennes 2/France
Département de Lettres et Arts/Programme de Recherche en Littérature et Diversité Culturelle/Universidade Estadual de Feira de Santana - Bahia
Fundação Casa de Jorge Amado – Bahia 

11, 12 et 13 octobre 2012 - Rennes, Université Rennes 2 – France



sexta-feira, setembro 21, 2012

sexta-feira, setembro 14, 2012

O “caso” do elevador – parte 2... E outras histórias do Fred



O Fred Coutinho comentou neste blogue que eu havia esquecido do “melhor projeto”. Bom, neurônios queimados à parte, segue lá “o mais seguro de todos os elevadores”.


Segundo palavras dele mesmo, “a pessoa entrava no elevador e este ficava parado, o prédio é que descia ou subia.
Era muito prático e não havia jeito da pessoa ficar presa no elevador, uma vez que o prédio não enguiçava por ter um equipamento movido a campo eletromagnético, igualmente patenteado por nós, completamente à prova de falhas.
Eu sempre disse que não dá pra confiar num troço sustentado por um cabo. No mínimo um general.”
E ces’t finie!


Mas o Fred não se esgota num mero –porem brilhante– projeto de elevador. Aliás, Carlos Frederico constituiu-se sempre numa inesgotável fonte de casos sui generis... A começar pelo seu jeito blasé de ser. Um olhar entre o simplesmente desligado ao desligadamente “não tô nem aí” a enroscar intermitentemente a barba.

À noite saíamos em grupo. Costumávamos fazer isto porque a Salles tinha uma turma grande e a gente se divertia às pamparras. Sextas, ao findar o expediente era meio sagrado adentrar as madrugadas desta Guanabara à cata de novas emoções. E tudo isso avec, quer dizer, devidamente acompanhados das respectectivas e/ou respectivos.
Certa ocasião, todos, inclusive eu –completamente de porre–, porque naqueles tempos, graças aos deuses não havia “Lei Seca”, paramos à procura de um bar, numa subidinha do Vidigal, bem atrás do Sheraton e eis que surge o Fred no “Puma” do Fabinho com uma tremenda duma placa de “PARE” nos braços. Pena que ainda não havia câmeras digitais naquele tempo... A cena, porem, está na minha cabeça até hoje. Hilária!

Mas existiam tambem as festas na casa do Chicão, RTVC da agência, em Piratininga, pra lá de Niterói. Íamos pelas manhã, cedinho e só voltávamos altas horas da madrugada. Tudo muito bem regado a churrasco, cerveja a rodo, caipirinha de todos os sabores e dança... Sim, muita dança, porque existiam alguns e algumas “pés de valsa” na turma, que sai da frente!



Tempo bom... Saudades de uma época marcada, como já referi anteriormente, por muito trabalho, viradas homéricas, mas, antes de mais nada bastante risadas e momentos inesquecíveis... E Fred Coutinho era figura indispensável em todo este cenário.