terça-feira, dezembro 30, 2014

Êêêê... Megaceenaaa...


Um filme que parte de uma ideia simples: pega uma música conhecida e que tem uma fonética semelhante ao produto a ser vendido, pois a palavra “Macarena” e “Megasena” são muito semelhantes. 
Assista na postagem abaixo Mega da Virada” filme criado pela  Heads Propaganda  para a Caixa Econômica Federal.
 
Direção de Criação: Saulo Angelo e Fábio Miraglia
Redação: Saulo Angelo
Direção de Arte: Adolfo Palhares
RTV e Art Buyer: Fabiano de Proença
Produção Gráfica: Varlei Santos

 

Mega da Virada 2014

terça-feira, dezembro 23, 2014

Kirovisky Holmes, seu cachimbo e a agente laranja

ESTA FOTO FOI TROCADA A PEDIDO DO LEITOR CANTIDIO!

Victor Kirovsky com seu indefectível cachimbo, preocupado com a campanha de lançamento da Fanta Laranja em 1965...

Detalhe: nesta época, o Vic vestia terno com gravata, colete e dirigia um Jeep da Willys Overland, com capota de lona...

segunda-feira, dezembro 22, 2014

“Casos” que o Pedrosa contou – 2


O “caso” do nome errado

Uma ocasião escrevi para o Pedrosa acerca de um comentário (meio tolo) que lhe fizera um dia, quando estava fazendo um frila na Contemporânea, sobre o fato de que, ao invés de Carlos, seu nome ficaria mais “rimante” se fosse Pedro. E ele me respondeu o seguinte:

“Caro Jonga: então, a propósito, existe um bando de dinossauros que ainda me chama de Pedro até hoje. Pelo seguinte: houve uma prisca era em que eu tinha secretária e costumava fazer memos internos à mão, com caneta ou lápis. A secretária então datilografava e ia distruibuindo para os copiados.
Pois aconteceu de entrar uma nova secretária, coitada, que logicamente não estava habituada com a minha letra. Bateu o primeiro memorando direitinho, localizou todos os destinatários, menos o último.
  
Saiu então ligando para cada um dos departamentos, que eram muitos, e ninguém conseguia ajudá-la a achar aquele desconhecido funcionário, que era, claro, um certo Pedro Sá, que foi como a pobre moça entendeu os garranchos com que eu escrevera meu próprio último nome.
  
E assim, durante muitos e muitos anos após, eu fiquei sendo Pedro Sá, e depois, simplesmente Pedro.”
  

quinta-feira, dezembro 18, 2014

O "caso" da mijada


Acho que é um dos casos mais lembrados da propaganda mineira, por isto mesmo não poderia deixar de contar, muito embora não o tenha presenciado. Mas de fato, a historinha é tão famosa que já foi contada das mais diversas formas e até com pessoas trocadas. Talvez, quem sabe, a que vou contar também não seja a verdade verdadeira, mas, pelo menos a ouvi de fontes mais ou menos confiáveis.

Naqueles "bons tempos" da prancheta, cola de sapateiro e do pastup, o Ajuricaba Brasil, que então trabalhava no estúdio da Asa, preparava-se para varar uma daquelas memoráveis “madrugadas inesquecíveis” de anúncios de varejo, quando de repente surge o diretor de marketing da conta que mais uma vez estava provocando aquele habitual tumulto de sexta-feira.

O cliente começou naquela de dar um palpitezinho aqui, outro ali, em suma, cumprindo o papel de todo ‘cliente pentelho e incherido’. Lá pras tantas, este vira-se para o nosso herói e comenta:

- É, cara, acho que se eu morresse, você iria dar uma mijadinha no meu túmulo, não é?

O Ajuricaba, olhou prum lado, olhou pro outro, e calmamente virou-se para o cliente arrematando:

- Que nada... eu detesto filas.


quarta-feira, dezembro 17, 2014

“Casos” que o Pedrosa contou – 1


Este “Caso” foi originalmente postado em 25 de março de 2011. Pretendo republicar todos desta série, em homenagem a esta saudosa figura icônica da publicidade...

A imagem acima é meramente ilustrativa

Quem disse que eram “meias” trocadas?

Pedrosa é tido e havido como alguém muito desligado. Um dia, comentei em uma correspondência com ele, entre outros assuntos, um caso que sempre ouvira sobre uma suposta troca de meias que há tempos circula no mercado publicitário. Bom, ele me respondeu da seguinte forma:

“(...) O outro é a história das meias trocadas. Mero folclore. Nunca aconteceu, simplesmente porque eu detesto usar meias, e devo tê-lo feito ao longo da vida em umas cinco ocasiões: uns quatro casamentos e um funeral, com licença do Hugh Grant.
A história ocorreu sim, uma única vez, mas a troca foi de sapatos. Isso,no entanto, se deu há muitos e muitos anos e foi antes que eu fizesse terapia. Graças à terapia, nunca mais sai de casa com sapatos descasados.
Só fico remoendo o seguinte: como meu tratamento durou 15 anos e como cada sessão custava o equivalente a dois pares de sapato de primeira, eu poderia, em vez de fazer análise, ter acumulado cerca de 3.600 pares da mesma cor e ninguém ia notar quando trocasse.

Você há de convir, caro Jonga, que se eu tivesse hoje 3.600 pares de sapato, além de estar rico, colocaria a Imelda Marcos no chinelo.”